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Os mais recentes rumores indicam que a FerrariFerrariItália, 1947 > presente233 modelos
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pode vir a trocar, na próxima geração, alguns dos seus motores V8 por motores turbo de menor cilindrada. A mudança permitiria uma melhor economia de combustível, redução de emissões e ligação de marketing entre o turbo dos carros de Fórmula 1 do próximo ano e os carros de estrada da Ferrari.
A possibilidade da Ferrari utilizar motores turbo já não é de agora, mas persistem. Em junho passado divulgámos um vídeo feito na pista de testes da Ferrari com um CaliforniaFerrari California Gen.1Itália, 2008 > presente7 versões
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que tinha um som diferente que parecia ser de um motor turbo.
A Ferrari não é uma principiante no que toca a motores turbo de alto desempenho. O 288 GTOFerrari GTOItália, 1984 > 19864 fotografias
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foi a sua primeira experiência turbo em 1984, que acabaria por originar o F40 em 1987.
O CEO Luca di Montezemolo já deixou claro que a empresa vai confiar mais no marketing, no futuro, de modo a que possa produzir menos carros a preços mais elevados e manter os Ferrari como um produto de luxo exclusivo. A marca começou a dar os primeiros passos nessa direção este ano e tenciona ir ainda mais longe no futuro. Essa estratégia é um risco e significa que a imagem de marketing da Ferrari tem de ser imaculada. A marca terá que vencer com os novos motores V6 turbo de 1.6 litros na Fórmula 1 e fazer com que essas vitórias atraiam compradores que não se importem de pagar mais por um Ferrari do que aquilo que era habitual.
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